O CFO perguntou na
edição passada:
"Você acha que o uso das terapias complementares na odontologia deve ser regulamentado?"
Veja a resposta da classe pela internet:
NÃO
8,39%
SIM
91,61%
O CFO quer Sua Opinião na
próxima edição: Você
concorda com
a iniciativa
do CFO de premiar
os municípios
que mais investem
em saúde bucal?
EDITORIAL
Odontologia,
partido único
Dr. Miguel Nobre
Presidente do CFO
Como
este ano temos eleições em todo o Brasil, gostaria de, desde
já, afirmar de forma clara nossa posição: o partido
do CFO é o partido da Odontologia. Sei que os fatos falam mais que os argumentos, e que a classe odontológica
que acompanha as iniciativas desta autarquia percebe bem a transparência
de nossos propósitos no diálogo com os poderes Legislativo
e Executivo. Mesmo assim, neste período em que as disputas eleitorais
se acirram e os ânimos se exaltam, vale reafirmar aquilo que verdadeiramente
nos inspira, que é, em resumo, a democratização da
saúde bucal. Como entidade de direito público que possui autonomia administrativa
e financeira em relação a qualquer governo, os contatos
político-partidários do CFO são os mais diversos.
Vão desde os deputados Henrique Fontana (líder do partido
do governo e vice-presidente da Frente da Saúde) e Rafael Guerra
(do principal partido de oposição e presidente da Frente
da Saúde) até os senadores Ramez Tebet (PMDB-MS) e Lúcia
Vânia (PSDB-GO), passando por nomes como Geraldo Thadeu (PPS-MG),
Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Darcísio Perondi (PMDB-RS), Marcelo
Barbieri (PMDB-SP), Vanderlei Assis (PP-SP), Denise Frossard (PPS-RJ),
Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Paulo Pinheiro (PPS-RJ) – enfim, dezenas
de parlamentares pertencentes a partidos tantas vezes antagônicos
no jogo eleitoral, mas que, pela causa da Odontologia, se dispõem
a encontrar o denominador comum que faz da democracia o melhor de todos
os sistemas representativos – ainda que necessite de aperfeiçoamento,
conforme provaram os recentes escândalos, como o do caixa dois e
o revelado pela Operação Sanguessuga da Polícia Federal. Quem sai ganhando com o pluralismo partidário adotado pelas entidades
odontológicas são nossos profissionais e, acima de tudo,
a população. Não é por outra razão,
aliás, que desejamos que o programa Brasil Sorridente – que
em três anos abriu 20 mil vagas de trabalho para a odontologia no
setor público e ampliou a cobertura de atendimento em saúde
bucal para mais de 60 milhões de brasileiros – se torne uma
política permanente de Estado. Sejam quais forem os governos eleitos
em 2006.
Sede no DF: SHC - AO - Sul - EA - 02/08
Lote 05 - Ed. Terraço Shopping, Torre A - sala 207
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Conselheiros Suplentes
Anísia Maria Fialho Abdala (MA)
Benício Paiva Mesquita (CE)
Genésio Pessoa de A. Júnior (TO)
Hildeberto Cordeiro Lins (AL)
Jorge dos Passos Corrêa Cobra (SC)
José Alaor Demartini Penna (Mt)
José Ferreira Campos Sobrinho (RN)
Laércio Villela Barros (ES)
Lucimar de Sousa Leal (PI)
Manoel Leopoldo Filho (RR)
Maria Carmen de A. M. Jardim (PB)
Maria Isabel de Souza Ávila Ramos (AP)
Marluiz Nunes de Freitas (AC)
Messias Gambôa de Melo (PA)
Rutílio Caldas Peçanha (RJ)
Selene Machado Costa Guedes (AM)
Wilson Carneiro Ramos (GO)
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